segunda-feira, 6 de maio de 2013

Prêmio nobel de medicina, escolhe eutanásia...

Tudo bem que cada um pode [é livre - que é diferente de ter o direito; eu posso tudo, mas não tenho o direito a tudo...] decidir sobre si mesmo, mas um homem que se pretende estudar a vida, a bioquímica poderia ter procurado saber mais sobre as pesquisas a respeito da existência e da sobrevivência do espírito...
E os trabalhos científicos de Charles Richet, Albert de Rochas, William Crookes, Amit Goswami, Brian Weiss, ou... Platão. Platão, o qual estabeleceu a doutrina da reminiscência, uma espécie de "lembrança" possuída pela alma; tais lembranças precedem e sobrevivem ao corpo do homem e, após a morte deste, vão para um plano distinto ao plano material em que vivemos, onde a alma contempla a realidade de todas as coisas.
Uma pena a decisão deste irmão...
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6/5/2013 às 22h5

Prêmio Nobel de Medicina escolhe eutanásia, aos 95 anos

DIÁRIO DA MANHÃ
ANSA, DE BRUXELAS

O bioquímico belga Christian de Duve, ganhador do Prêmio Nobel de Medicina em 1974, escolheu a eutanásia para morrer no último sábado, aos 95 anos.

De Duve é a segunda personalidade belga a escolher a indução a morte, após o escritor Hugo Claus, em 2008. A Bélgica adotou uma lei que permite a eutanásia, sob certas condições, em 2002.

"Seria demais dizer que a morte não me assusta, mas eu não tenho medo do que virá depois, porque eu não acredito. Quando eu desaparecer será para sempre, não sobrará nada", declarou de Duve, em sua última entrevista, para o jornal belga Le Soir, no dia 8 de abril.

O cientista, que estava de cama, decidiu esperar que o filho voltasse dos Estados Unidos para morrer. Durante o último mês de sua vida, de Duve escreveu para amigos e colegas para lhe dizer adeus.

"Ele nos deixou com grande serenidade, se recusando a tomar calmantes antes da injeção letal. Ele foi embora dizendo adeus e sorrindo", disse a filha do cientista, Françoise.

De Duve ganhou o Prêmio Nobel em 1974 junto com o seu colega belga Albert Claude e com o norte-americano George Palade, por ter descoberto a função do lisossomo.